segunda-feira, dezembro 30, 2013

Top 30' 2013 (tracks)



29. John Grant - It Doesn't Matter To Him             
               
23. Meesha - Really         
21. Coco Bryce - Honey Bee         
               
18. Run the Jewels - Get It           
               
15. The Internet - Dontcha           
14. Merchandise - Anxiety's Door             
12. Daft Punk - Get Lucky             
               
7. Glass Animals - Exxus                
6. Savages - Shut Up       
               
3. Annie - Invisible           
2. The Boxer Rebellion - Diamonds          

sábado, dezembro 21, 2013

Eat that, Jean-Claude


Sexismo invertido


quarta-feira, dezembro 18, 2013

2013 - o ano dos regressos (na música)



Não deixa de ser irónico que um ano que me prometia tantas novidades, acaba por ser maioritariamente marcado por regressos. 
Destaco o retorno do rei do pop “moderno”, JT, que decidiu incorporar, sobretudo na primeira parte desta sua “experiência”, algumas das mais clássicas influências do Rn’B sem perder aquele lado mais dançável que já tinhamos conhecido nos seus discos anteriores. 2013 também foi o ano em que os Cut Copy regressaram ao Hacienda e a todo o vibe dos gloriosos anos de “Madchester”, mas com menos pastilhas e mais “liberta a mente” e aprecia a música. A dupla Darkside também foi ao passado buscar algum do psicadelismo dos Pink Floyd e dos Dire Straits mas deu-lhes um soberbo toque de modernidade. Não há ano sem uma repescagem aos anos 80 e o melhor que ouvi neste ano nessa matéria veio da parte dos irlandeses Girls Names. As fortes melodias de “The New Life” tiveram origem nos “negros” dias de “Seventeen Seconds” e de “Faith” dos The Cure. Os Arcade Fire foram ainda mais longe - à mitologia grega -  na busca pela sua inspiração e voltaram mais românticos que nunca. Mas, e por falar em romantismo, o melhor e a grande surpresa do ano estariam para vir. 
Cinematográfico, assombroso, hipnótico e incrivelmente belo são adjectivos que servem para definir os discos de duas mulheres: Alison Goldfrapp e Julianna Barwick, o melhor e a surpresa, respectivamente. Para além do poder vocal de cada uma delas, toda a parte instrumental dos seus discos permite criar uma atmosfera fantástica. Quase sobrenatural, mais em “Nepenthe” que em “Tales of Us”. Este é um pouco mais realista: tem histórias de pessoas comuns (com uma força incomum) para contar, portanto é perfeitamente natural que identifiquemo-nos com elas.

1. Goldfrapp - Tales of Us
2. Girls Names - The New Life
3. Justin Timberlake - The 20-20 Experience Part1
4. Darkside - Psychic
5. Cut Copy - Free Your Mind

6. Moderat - II
7. John Grant - Pale Green Ghosts
8. Julianna Barwick - Nepenthe
9. Arcade Fire - Reflektor
10. The Boxer Rebellion – Promises

A selecção da selecção


quinta-feira, dezembro 12, 2013

O funeral II


terça-feira, dezembro 10, 2013

O funeral


Hispanic doing better


domingo, dezembro 08, 2013

“O Desconhecido do Lago” - o fim, com spoilers



O filme “O Desconhecido do Lago” termina desta forma obscura e obscurecida. Mas tinha mesmo que ser assim. Por um lado, é um fim indecifrável, sobretudo porque o protagonista sabe que partilha o espaço com um assassino e decide sair do seu esconderijo para chamar por ele. Provavelmente, depois da morte da “razão” (o inspector) e da “consciência” (o amigo Henri) e iludido pelo amor, já não teria muito mais a perder.
Por outro e para contrastar com todas as cenas diurnas, soalheiras e muito optimistas, todas as cenas que se passavam a partir do momento em que o sol se começava a esconder eram sempre escuras e sinistras (o trabalho de equilíbrio entre o som ambiente e a imagem que o envolve é magnífico).
Esta obra, como verdadeiro thriller que é, fica por ali a pairar entre a vida e a morte, entre o amor e a opressão. Não precisa de um final feliz ou esclarecedor, só precisa de passar a insegurança e o medo. E nisso, e noutras coisas, este “L'inconnu du lac“ fá-lo com distinção.

quarta-feira, dezembro 04, 2013

Sim, sim




Vamos todos perder tempo e gastar 10 milhões de euros a decidir se o gay X ou a lésbica Y devem ou não oficializar a parentalidade de alguém, que é “só” o filho do(a) companheiro(a).
Isto, porque um grupo de deputados do PSD descobriu que, por entre as suas inseguranças pessoais, tem muito tempo livre para começar a segunda fase da sua massiva campanha de lubidriação do conceito “co-adopção” e que Portugal tem de ser a Suiça-dos-referendos-por-dá-cá-aquela-palha da região mediterrânica.

terça-feira, dezembro 03, 2013

Marketing para iniciantes