b) É possível alguém com 16/17 anos “mamar” meia garrafa de Bacardi Lemon em menos de um minuto e continuar (aparente e) perfeitamente em condições;
c) Saber que o hino nacional, que passou num dos quatro palcos presentes ao longo da marginal entre o Sinclair e a Banda Eva, provoque em muita gente a tendência para fazer saudações que pensei que só iria ver dentro dos estádios de futebol ou num dia quando este país voltasse a “tempos mais obscuros”;
d) Para contrariar o frio demolidor que vem do mar e uma chuvada repentina logo no primeiro minuto de 2006, que apanhou toda a gente desprevenida e impossibilitou qualquer fuga, nada melhor que um bom mergulho em água salgada. Claro que a maioria preferiu a outra opção menos corajosa, igualmente eficaz mas de consequências variáveis: o “alcool”. Fracos!
e) É possível fazer uma rave party com uma assistência imóvel, pois alguém achou por bem que o local ideal para as pessoas dançarem seria na areia (molhada, acrescente-se), virando o mini-palco e respectivo DJ para o mar. Se fosse o DJ da noite teria pedido um subsídio de doença (reforço a ideia que a maresia naquela noite não estava para brincadeiras) e outro por fazer figura de palhaço de serviço ao colocar música que conseguisse, naquelas condições, fazer com que as pessoas tirassem os pés do chão;
f) As nazarenas são viciadas em números e em contagens, já que uma delas arrematou-me convictamente logo com uns 10.000, quando lhe perguntei se fazia ideia do número de pessoas que estariam ao longo de toda a marginal e largos adjacentes. Resta saber se esta tendência se deve à contagem que fazem às 7 saias que vestem todas as manhãs ou se às notas que perfazem as 5 centenas de euros que recebem pelo aluguer de suas casas, durante um fim-de-semana de reveillon.












