sexta-feira, maio 29, 2009

Os Miike Snow são os Cut Copy de 2009...

Mas têm momentos em que são possuídos pelos Gnarls Barkley, a mistura fica estranha e não tão genial. É a minha opinião, claro. Mesmo assim, os produtores da música mais viciante dos Século XXI, que tem pelo nome de "Toxic" (Britney Spears), fizeram um dos melhores discos Pop que ouvi este ano.

sábado, maio 16, 2009

E pronto, lá ganhou o Harry Potter norueguês!

O problema é que o Kremlin preferia a islandesa - que por acaso era lindíssima - logo, ir agora festejar para as ruas de Moscovo com uma t-shirt da D&G de número abaixo e de bracinhos no ar, é espancamento certo.
O sistema de pontuações foi alterado e Andorra acabou por dar a pontuação máxima à música espanhola, que por acaso se não acabou com esses 12 pontos, andou por lá muito perto.
Por cá, a comunidade moldava acabou de dobrar os lucros deste mês da PT.
Estão todos de parabéns, portanto.

sexta-feira, maio 15, 2009

A Petição

Parece que não fui o unico a ficar indignado com esta notícia. Para quem também acha que essa história de mudar de orientação sexual também não faz lá muito sentido, pode assinar uma petição online dirigida à Ordem dos Médicos.
Este parágrafo resume (quase) tudo o que está em debate:
Como técnicos de Saúde Mental, não ignoramos o sofrimento psicológico de muitas pessoas LGBT, mas consideramos que ele não é resultante dos seus comportamentos, afectos ou identidades, antes é determinado por um contexto social marcado pela homofobia que se revela discriminatório. Neste sentido, consideramos que esse sofrimento resulta da interiorização de mensagens sociais negativas e que cabe aos técnicos de Saúde Mental reduzir a dissonância entre o peso destas mensagens interiorizadas e os sentimentos dessas pessoas, favorecendo a auto-aceitação, afirmação e validação da sua orientação sexual e da sua identidade sexual.

quarta-feira, maio 13, 2009

Para além do futebol eu gosto de... fazer fintas, marcar cantos... e estar na baliza!

A RTP1 acabou de passar, em horário nobre, uma reportagem sobre a influência de um pai na educação futebolística dos seus dois filhos gémeos.
O incentivo à prática desportiva desde o berço não é criticável, no entanto, a manipulação e excessiva pressão sobre aquelas crianças já me parece, no mínimo, polémica.
Pais e filhos sonham com um futuro brilhante e "ronaldesco". Resta saber se um puto daquela idade, completamente influenciado e manipulado pelos objectivos do pai - o facto deste pai ser empresário de futebol e ex-jogador profissional lesionado em início de carreira pode explicar tanto - terá sonhos próprios.
E isto tanto se aplica aos pais que vêem um "génio da bola" em cada bébé com um certo jeito para dar chutos numa bola de detergente da máquina de lavar roupa, como aos outros pais que "obrigam" as suas crianças a cantarem até de madrugada, num programa de TV de caça-talentos.

sábado, maio 09, 2009

Se isto não é sinal de armagedão não sei o que seja

Acompanhem-me no raciocínio, por favor. Toda a gente sabe que a cantora Rihanna levou nas trombas do Chris Brown e que o cantor TT é o Chris Brown do R&B português. Ora agora se o Nuno Guerreiro diz que também foi vítima de violência doméstica, isto, bem deduzido, "só" faz dele a nossa Rihanna (ainda por cima o corte de cabelo é idêntico).
Mas a má notícia é revelada, também, esta semana, quando aparece pela net uma série de fotos de uma sessão privada, onde a cantora de “Umbrella” surge toda descascada e em poses sensuais. Portanto, pela sequência destas ligações e acontecimentos, nos próximos dias, podemos temer o pior.

terça-feira, maio 05, 2009

Tratamentos para alterar a mentalidade de alguns psiquiatras não são uma coisa do passado, mas bem que podiam ser do presente e do futuro

A edição do passado sábado do Público veio com uma notícia de duas páginas sobre os tratamentos para alteração da orientação sexual. O texto (“Tratamentos para alterar orientação sexual não são uma coisa do passado”) da jornalista Andreia Sanches vem acompanhado com declarações de vários terapeutas, onde todos eles debruçam-se sobre este assunto polémico. Só que no meu entender é logo aqui que reside toda a incoerência do problema: o assunto não chega a ser polémico pois é descabido, ou mesmo, absurdo. Mas, ainda assim, tento compreender as boas intenções daquelas palavras.
Dizer que há um estudo recente onde se revela que 17% dos profissionais de saúde mental britânicos assumiu já ter tentado “reorientar” lésbicas, gays e bissexuais vale tanto como dizer que há ainda por aí uma minoria de dentistas que brocam os dentes dos seus clientes sem anestesia. E porque não vamos lá todos sentir in loco se a coisa dói assim tanto? Sim, vamos lá demonstrar todos porque é que uma incompetência é uma incompetência, não vá andarmos todos enganados.
Haver “pacientes” a achar que podem mudar de orientação sexual como quem muda de camisa ou com a intervenção da terapia cognitiva comportamental ainda acho razoável, mas haver um presidente de uma Sociedade Portuguesa da Psiquiatria e Saúde Mental ou um presidente da Direcção do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos que pensem o mesmo é que me parece mais gravoso.
(Relembre-se: desde 1973 que a Associação Americana de Psiquiatria deixou de considerar a homossexualidade como patologia. A mesma associação que, inclusive, recomenda que os seus médicos abstenham de tentar mudar a orientação sexual dos indivíduos “desorientados”.)
Com alguma ignorância e homofobia à mistura, gente supostamente responsável na especialidade de psiquiatria em Portugal debita afirmações graves. Por outro lado, há hipocrisia por não se querer ir às causas desta questão. Não seria mais proveitoso se estes psiquiatras, em vez de quererem aumentar a sua facturação e perder tempo com curas milagrosas de homossexuais arrependidos, preocupassem-se mais em integrar estas pessoas, já que o “problema” não está na homossexualidade em si mas na forma como esta sociedade a encara? Só tal justifica o facto de não haver um único registo de um heterossexual a ir ao médico a pedir para ser gay, como diz e muito bem Gabriela Moita. Aliás, tinha que vir uma psicóloga destoar, nesta peça jornalística, com o seu bom senso. É preciso ter “descaramento”! Ainda por cima, para afirmar que “não há nenhum tratamento que tenha levado algum ser humano a conseguir decidir de quem gosta ou de quem vai deixar de gostar”. Cara Gabriela: se não há, os nossos psiquiatras vão tratar já do assunto. Se a coisa não for lá com electrochoques, nada que uma ida-ao-Colombo-ver-gajas-boas não resolva.

quinta-feira, abril 30, 2009

Eu fornico, tu fornicas, ele ...

Pasmemo-nos. Há centenas de blogues, clubes e grupos orientados na vangloriarão do sexo e ninguém escreve uma linha sobre o assunto, aparece uma virgem que quer formar um clube e cria um celeuma ao nível de uma pandemia.
A integração social faz-nos seguir a corrente da maioria e automaticamente dá-nos um certo estímulo para troçarmos de quem não a segue. Pura parvoíce, quando as pessoas esquecem-se que uma sociedade torna-se mais rica pela sua pluralidade de opções e de ideais, ou quando aquelas acham que tem direito em ditar as “regras da normalidade”, para algo tão complexo e subjectivo como é o sexo e tudo o que lhe directamente diz respeito.
Sinceramente, nem sei bem se trata de uma questão de libertação dos instintos ou o tal seguimento da norma social. Só sei que em 100 anos passamos de uma ditadura da castidade supervisionada pela Igreja, que reinou até ao início do séc. XX, para uma ditadura do sexo, em que quem não fornicar como um coelho é anormal.

terça-feira, abril 28, 2009

Suínas



Ninguém vai/vem de férias em meados de Abril para Cancun! Ninguém!

sábado, abril 25, 2009

Quando uma certa despreocupação faz-me rir por momentos

Durante o dia de hoje iremos ver na TV vários comentários/filmes onde serão reconstituídos os acontecimentos de há 35 anos. Independentemente da veracidade (e fulcral importância) dos factos revelados, acho hilariante ver acontecimentos de 1974 misturados com pormenores dos tempos actuais. No interior dos edifícios vê-se rádios antigos ligados a interruptores modernos, no seu exterior, vê-se pessoas nas varandas com calças de boca-de-sino e de camisas com golas XL por debaixo de caixas de aparelhos de ar condicionado. Já cheguei a ver um chaimite a passar por um parque de estacionamento onde o carro mais antigo, que por lá se encontrava, pareceu-me ser um Golf da penúltima geração. Mas a imagem mais hilariante que a minha memória rejubila é aquela em que um dos capitães de Abril passa por uma parede onde ainda se pode ver vestígios de uma cruz suástica e da assinatura da “No Name Boys”.
Não me chamem purista, pel’ amor de Deus, só estou com vontade de me rir com tamanha despreocupação e leviandade na reconstituição de factos, supostamente, sérios.

Tenho um certo orgulho em poder revelar a mulher com o melhor físico do mundo

terça-feira, abril 21, 2009

É cabeleireira para dar todo um novo sentido à palavra "brushing"

Um assalto a um cabeleireiro na Rússia está a mobilizar a polícia. O crime envolve o assaltante e a cabeleireira do estabelecimento assaltado, avança o jornal G1. A cabeleireira, identificada como Olga, de 28 anos, viu o seu salão invadido por um homem na passada terça-feira, dia 14. Olga, experiente em artes marciais, conseguiu dominar Viktor, de 32 anos, e levou-o para uma sala reservada, segundo o site «life.ru». A cabeleireira utilizou um secador de cabelo para obrigar o assaltante a render-se e acabou por o prender. No entanto, não chamou a policia. Olga obrigou o assaltante a tomar Viagra para depois abusar dele várias vezes durante os dois dias seguintes.
Quando foi libertado, o assaltante dirigiu-se ao hospital para curar o pénis «magoado» e depois à esquadra para registar queixa contra a cabeleireira que, por sua vez, só no dia seguinte registou queixa contra Viktor por assalto. No entanto, a história confunde-se ainda mais porque a policia não consegue ter a certeza sobre quem é o verdadeiro criminoso deste caso de assalto que terminou em «violação».
@TVI24

sábado, abril 18, 2009

Eu ainda sou do tempo em que passavam videoclips na MTV

Face a umas certas divergências de ideias com a TV Cabo, aqui por casa só se consome quatro canais de televisão. No entanto, nas casas de outras pessoas, quando me o permitem, acabo sempre por explorar esse "território desconhecido" que são os canais por cabo.
No zapping de hoje, deparei-me com um programa onde um rapaz tinha que escolher uma entre 5 raparigas, que iam saindo continuamente do interior de um autocarro, enquanto ele as ia conhecendo e dispensando. Houve umas assim que meteram um pé fora do bus, o rapaz disparava com um “Next!”. Essas ficavam de tal forma furiosas que as suas respostas vinham acompanhadas com “piiis” pelo meio - o que até nem fugia muito da lógica dos seus discursos habituais quando não acabam de levar uma nega. No fim ele escolhe uma loira de mamas grandes para um segundo encontro ao qual aquela imediatamente recusa, preferindo os 23 dólares - o mesmo número de minutos que durou aquele encontro - de prémio. A descartabilidade das relações, dos encontros e desencontros, dos tempos que correm em forma de programa para adolescentes, permitiu-me, pelo menos, perceber que nos E.U.A. já não há limite de idade mínima para se colocar implantes mamários. Next!
Assim seguiu um programa em que um jovem escolhia o seu futuro parceiro pelo encontro que tinha com a respectiva mãe (“Met your mother”). Não há palavras para descrever o que se vê, mas resisti até ao fim. Com tantas questões feitas à mãe (do outro), tantas exigências e critérios de selecção, ele acabou por escolher o rapaz que parecia ser o seu irmão gémeo. A imagem final é hilariante: os três (rapazes e a mãe) de mão dada a correr por uma praia, com a mãe a ficar para trás. Resta saber se serão felizes para sempre ou, pelo menos, até durar o cachet do programa?
Mais tarde aparece um reality show/concurso onde duas dúzias de rapazes e raparigas disputam o coração de duas gémeas bissexuais loiras. “A Double Shot at Love”? Debita o spot: Com as Ikki twins terás duas vezes mais ciúme e drama, mas também diversão a dobrar e mais hipóteses de encontrar o amor! Numa batalha entre homens e mulheres, irão Rikki e Vikki encontrar o amor das suas vidas? Não sei, mas eu encontrei uma razão para desligar a televisão e reencontrar o tal amor. Já que o meu pode estar em qualquer lugar menos nesta MTV.