sexta-feira, março 19, 2010
terça-feira, março 16, 2010
“A vida de bairro não é fácil. O bairro tira tudo o que dá, deu-te a vida mas também a tirou..."
R.I.P. MC Snake!
Espero que a PSP não deixe de explicar também porque um condutor de um Y10 é mandado parar na Doca de Santo Amaro e só é interceptado, mortalmente, em Benfica. Que eu tenha conhecimento, às 5h da manhã, circula-se até muito bem pelo Eixo N-S ou estavam a cumprir os limites de velocidade?
sexta-feira, março 12, 2010
O videoclip que chocou José Rodrigues dos Santos
Última notícia do Telejornal de hoje: "A Lady Gaga fez um videoclip com... cenas lésbicas”! :o
Sensual. Mas, de facto, não chega ao nível dessa "cena" de fazer uma sopa de peixe com leite de mamas humanas.
quinta-feira, março 11, 2010
terça-feira, março 09, 2010
A ascensão dos hipócritas

Republican state Sen. Roy Ashburn said Monday he is gay, ending days of speculation that began after his arrest last week for investigation of driving under the influence.
Ashburn, who consistently voted against gay rights measures during his 14 years in the state Legislature, came out in an interview with KERN radio in Bakersfield, the area he represents.
"The best way to handle that is to be truthful and to say to my constituents and all who care that I am gay," he said. "But I don't think it's something that has affected, nor will it affect, how I do my job."
Ashburn has voted against a number of gay rights measures, including efforts to expand anti-discrimination laws and recognize out-of-state gay marriages. Last year, he opposed a bill to establish a day of recognition to honor slain gay rights activist Harvey Milk.
Ainda sou do tempo em que a revelação pública de uma orientação sexual alternativa, longe de uma questão de orgulho, reforçava a luta contra uma discriminação e, também, era uma demonstração pública de honestidade, por mais que privada fosse essa decisão. "Nesses tempos" o alarido à volta dessas revelações causava, no mínimo, estupefacção (nem que fosse pela coragem do acto em si).
Hoje em dia, este mesmo mundo (estranho) fica impávido e sereno perante casos de "coming out" em que o sujeito, enrascado com um caso de polícia, ao mesmo tempo que revela ser gay, assume que segue e seguirá, orgulhosamente (acrescento eu, deduzindo pelas palavras do próprio), uma política anti-gay.
Ashburn, who consistently voted against gay rights measures during his 14 years in the state Legislature, came out in an interview with KERN radio in Bakersfield, the area he represents.
"The best way to handle that is to be truthful and to say to my constituents and all who care that I am gay," he said. "But I don't think it's something that has affected, nor will it affect, how I do my job."
Ashburn has voted against a number of gay rights measures, including efforts to expand anti-discrimination laws and recognize out-of-state gay marriages. Last year, he opposed a bill to establish a day of recognition to honor slain gay rights activist Harvey Milk.
Ainda sou do tempo em que a revelação pública de uma orientação sexual alternativa, longe de uma questão de orgulho, reforçava a luta contra uma discriminação e, também, era uma demonstração pública de honestidade, por mais que privada fosse essa decisão. "Nesses tempos" o alarido à volta dessas revelações causava, no mínimo, estupefacção (nem que fosse pela coragem do acto em si).
Hoje em dia, este mesmo mundo (estranho) fica impávido e sereno perante casos de "coming out" em que o sujeito, enrascado com um caso de polícia, ao mesmo tempo que revela ser gay, assume que segue e seguirá, orgulhosamente (acrescento eu, deduzindo pelas palavras do próprio), uma política anti-gay.
Dos fãs do "faz o que eu digo, não faças o que eu faço" ao seguidores dos "vícios privados, virtudes públicas", este caso poderá abrir um precedente: o que não falta por aí é gente, mais ou menos pública, a querer tornar público o seu orgulho em trabalho de obstrução que vai contra a sua própria condição humana. Assim de repente, até me parece uma atitude digna de ficar no topo do cúmulo das incoerências mas parece que nos temos de habituar a conviver com malta que vive "orgulhosamente" assim.
segunda-feira, março 08, 2010
O perigo está em casa
"O próximo passo é a possibilidade de escolha. Ser ou não ser mãe, ser mãe e trabalhar, ter opções."
Isabel Stilwell, jornalista e escrtora portuguesa, actualmente directora do jornal Destak.
"Elas podem ser as suas piores inimigas, sempre que não têm a coragem de mostar o que valem."
Anke Trischler, gestora, fundou um projecto de inclusão social para mulheres imigrantes.
"Há uma evidência estatística de que as quotas para mulheres funcionam muito mais depressa do que quando se depende da chamada evolução natural. Ou seja da vontade dos homens."
Johanna Nelles, advogada, trabalha no departamento de igualdade de género do Conselho da Europa.
"Porque batem os homens nas mulheres? Porque ninguém os ensinou a negociar, porque ninguém os ensinou a resistir à frustação, e num tempo em que os papéis masculino e feminino já não estão previamente definidos, saber negociar é fundamental… Quando estamos numa relação, temos de ser capazes de tolerar o desapontamento, tolerar a diferença. Se não o consigo tolerar a um nível emocional, das duas uma, ou me isolo ou vou tentar controlar as pessoas à minha volta, a minha família… Não curamos ninguém… Quando ele diz que vai mudar para reconquistar a mulher, explicamos que tem de mudar para ser uma pessoa melhor, e não por ela, O mais certo é a mulher não querer voltar a vê-lo."
Paul Wolf-Light, psicólogo e escritor inglês; trabalha actualmente na reabilitação de homens condenados por violência doméstica.
Tudo isto e muito mais na estreia do programa Viewpoint, um talk show sobre direitos humanos, promovido pelo Conselho da Europa, hoje às 20:00 na Sic Mulher ou amanhã online em destak.pt. Adicionalmente passará pela primeira vez na TV a nova campanha do Conselho da Europa contra a violência doméstica: "O perigo está em casa".
Isabel Stilwell, jornalista e escrtora portuguesa, actualmente directora do jornal Destak.
"Elas podem ser as suas piores inimigas, sempre que não têm a coragem de mostar o que valem."
Anke Trischler, gestora, fundou um projecto de inclusão social para mulheres imigrantes.
"Há uma evidência estatística de que as quotas para mulheres funcionam muito mais depressa do que quando se depende da chamada evolução natural. Ou seja da vontade dos homens."
Johanna Nelles, advogada, trabalha no departamento de igualdade de género do Conselho da Europa.
"Porque batem os homens nas mulheres? Porque ninguém os ensinou a negociar, porque ninguém os ensinou a resistir à frustação, e num tempo em que os papéis masculino e feminino já não estão previamente definidos, saber negociar é fundamental… Quando estamos numa relação, temos de ser capazes de tolerar o desapontamento, tolerar a diferença. Se não o consigo tolerar a um nível emocional, das duas uma, ou me isolo ou vou tentar controlar as pessoas à minha volta, a minha família… Não curamos ninguém… Quando ele diz que vai mudar para reconquistar a mulher, explicamos que tem de mudar para ser uma pessoa melhor, e não por ela, O mais certo é a mulher não querer voltar a vê-lo."
Paul Wolf-Light, psicólogo e escritor inglês; trabalha actualmente na reabilitação de homens condenados por violência doméstica.
Tudo isto e muito mais na estreia do programa Viewpoint, um talk show sobre direitos humanos, promovido pelo Conselho da Europa, hoje às 20:00 na Sic Mulher ou amanhã online em destak.pt. Adicionalmente passará pela primeira vez na TV a nova campanha do Conselho da Europa contra a violência doméstica: "O perigo está em casa".
domingo, março 07, 2010
Há cenas assim
Pronto, já temos a "nossa" Christina Aguilera e o seu compositor/pianista/jornalista em part-time - adoro este mistifório de aptidões, sério: o Augusto Madureira já há algum tempo que deixou de ser só um mero porta-voz do jornalismo de cidadania, chegou, agora, o merecido reconhecimento - na Eurovisão.
Um bem-haja a ambos e boa sorte.
sexta-feira, março 05, 2010
quarta-feira, março 03, 2010
sábado, fevereiro 27, 2010
Ooohh, aqueles "ambientalistas chatos" tinham razão!
Fazer um campo de futebol em cima de uma ribeira? Construir grandes empreendimentos em zonas que violam claramente o PDM, como nas escarpas? Projectar rotundas em leitos de ribeiras? ...
E se eu conseguisse entrar dentro dos teus sonhos?
Consta que há influências de Ian Fleming aos irmãos Wachowski, passando, claro, por Freud. Pode ser mais um thriller mediano, mas também pode ser a primeira grande experiência metafísica hollywoodesca. Vindo de quem vem (Memento, Insomnia, ..., recentemente mais popular que nunca por ter feito uma prequela e uma sequela da série "Batman"), nunca se sabe.
terça-feira, fevereiro 23, 2010
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Armas de arremesso
(foto retirada daqui)Mais que a estranha cumplicidade entre os grupos de manifestantes, o que mais me impressionou naquela paródia do passado sábado foi terem utilizado crianças como meio de impacto, obrigando-as a envergar cartazes com causas que desconhecem ou que não têm opinião (conscientemente) formada. Tudo isto vindo de adultos que usam o argumento do "superior interesse da criança" sempre que são confrontados com algo que vá contra o seu mundo muito certinho e perfeitinho.
"Ravelstein", no livro de Saul Bellow, diz qualquer coisa assim: por vezes os jovens têm que ser curados dos equívocos desastrosos e das "irrealidades estereotipadas" que lhes foram impostas por pais mentecaptos.
domingo, fevereiro 21, 2010
A luz da desgraça
Hoje a minha vida parece ser só um encadeado de falhanços. As mulheres que não soube amar, as oportunidades que não agarrei, os momentos de felicidade que deixei fugir...
Uma corrida cujo resultado sei, sem por isso acertar no vencedor.
Estava cego e surdo, ou foi necessária a luz da desgraça para eu ver a minha verdadeira natureza?
Uma corrida cujo resultado sei, sem por isso acertar no vencedor.
Estava cego e surdo, ou foi necessária a luz da desgraça para eu ver a minha verdadeira natureza?
...
Por detrás da cortina de pano esburacado, uma claridade leitosa anuncia o romper do dia. Doem-me os calcanhares, a minha cabeça ainda pesa uma tonelada, todo o meu corpo está encerrado numa espécie de escafandro.
A minha tarefa agora é escrever as inertes anotações de viagem de um náufrago nas praias da solidão.
@ O escafandro e a borboleta, Jean-Dominique BaubyPor detrás da cortina de pano esburacado, uma claridade leitosa anuncia o romper do dia. Doem-me os calcanhares, a minha cabeça ainda pesa uma tonelada, todo o meu corpo está encerrado numa espécie de escafandro.
A minha tarefa agora é escrever as inertes anotações de viagem de um náufrago nas praias da solidão.
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
"Huge thing"
Yours Truly Presents: The Morning Benders "Excuses" from Yours Truly on Vimeo.
Não é que ficou mesmo?!
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
terça-feira, fevereiro 16, 2010
pronto, não vou conseguir dormir nas próximas cinco noites/10
Sobretudo depois de Haute Tension, Ils, A l'íntérior e deste Martyrs, esta "nouvelle vague" do cinema de terror francês tornou-se um dos mais surpreendentes e perturbadores de sempre. Para além da sua extrema violência gráfica, contêm histórias verdadeiramente intrigantes e originais; logo, a léguas do trivial e dos remakes de quinta categoria da congénere norte-americana.
domingo, fevereiro 14, 2010
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