domingo, setembro 22, 2013

Annabel


Caros telespectadores portugueses

Informo que a partir da próxima semana, 3 dos 4 canais (sem contar com o emocionante ARTV) a funcionar em sinal aberto em Portugal, vão começar a transmitir diariamente 17 telenovelas: RTP (3), SIC (7 - 5 delas no período das 21 e picos até à uma da manhã) e TVI (7 - só pelo seu título, recomendaria a "Deixa-m' amar"... mas passa de madrugada). 
Era só isto. Obrigado pela atenção.

que a partir da próxima semana, 3 dos 4 canais em sinal aberto em Portugal (sem contar com o emocionante ARTV) vão passar a transmitir diariamente, nada mais nem menos, que 17 telenovelas: RTP (3), SIC (7) e TVI (7 - há uma que passa de madrugada que se chama "Deixa-m' amar"). Era só isto, obrigado pela atenção. - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/120447-mais-um-mau-programa-de-tv.html#sthash.BXgpi3Cg.dpuf

que a partir da próxima semana, 3 dos 4 canais em sinal aberto em Portugal (sem contar com o emocionante ARTV) vão passar a transmitir diariamente, nada mais nem menos, que 17 telenovelas: RTP (3), SIC (7) e TVI (7 - há uma que passa de madrugada que se chama "Deixa-m' amar"). Era só isto, obrigado pela atenção. - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/120447-mais-um-mau-programa-de-tv.html#sthash.BXg
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que a partir da próxima semana, 3 dos 4 canais em sinal aberto em Portugal (sem contar com o emocionante ARTV) vão passar a transmitir diariamente, nada mais nem menos, que 17 telenovelas: RTP (3), SIC (7) e TVI (7 - há uma que passa de madrugada que se chama "Deixa-m' amar"). Era só isto, obrigado pela atenção. - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/120447-mais-um-mau-programa-de-tv.html#sthash.BXgpi3Cg.dpuf
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que a partir da próxima semana, 3 dos 4 canais em sinal aberto em Portugal (sem contar com o emocionante ARTV) vão passar a transmitir diariamente, nada mais nem menos, que 17 telenovelas: RTP (3), SIC (7) e TVI (7 - há uma que passa de madrugada que se chama "Deixa-m' amar"). Era só isto, obrigado pela atenção. - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/120447-mais-um-mau-programa-de-tv.html#sthash.BXgpi3Cg.dpuf

sábado, setembro 21, 2013

Muita loco



A paisagem de uma das longas estradas das matas nacionais na zona da Marinha Grande, que desagua numa das rotundas que dão acesso à praia do Pedrogão, é subitamente interrompida por uma pequena estrada de alcatrão com grandes pedras a bloquearem a sua passagem. Por entre grandes silvados que se expandem em todas as direcções desse caminho, ainda é possível ver lá ao fundo parte de um edifício branco. À medida que nos aproximamos dele, confirmamos a imponência daquele edifício abandonado e perdido no meio de uma floresta.

Trata-se da discoteca “Locopinha”. Isso mesmo: uma discoteca em pleno pinhal de Leiria... mas em terrenos particulares. Tudo é possível se a imaginação (e os interesses económicos) for ilimitada. Sim, já agora, e porque não um Kartódromo?







quarta-feira, setembro 18, 2013

Rir para não chorar





Eu não capto assim tantas diferenças entre os cartazes da cidade e da província. Vejo cartazes esteticamente feios ou horrorosos, acompanhados por slogans ainda piores, com pessoas mais ou menos competentes, mais ou menos ambiciosas, mais ou menos corruptas. Num dos cantos vejo a marca do patrocinador, que por acaso pode ser um símbolo de um partido, mas até podia/devia estar outra coisa qualquer do mesmo nível
Que culpa temos nós de que o nosso poder local (e central) só capte gente "deprimente" e que lhes façam cartazes a condizer?

segunda-feira, setembro 09, 2013

OK Sr. Belmiro, já entendi

Mas espero que saiba que o "marketing viral" tem as suas limitações.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Tá a pastelar



As ideias e o tipo de jornalismo são de boa qualidade (como de resto a SIC já me tem habituado). A questão é que o objecto sobre o qual “Tá a Gravar” se debruçou é péssimo, o que me provoca uma certa desconfiança sobre as verdadeiras intenções de todo o trabalho realizado e mostrado durante todos os noticiários da semana passada.
Está ainda por aparecer uma telenovela feita em Portugal com um argumento verdadeiramente surpreendente e entusiasmante e que não se torne, logo a partir das primeiras dezenas de episódios, num “enche chouriços” proporcional às suas audiências. As suas personagens são completamente irrealistas e superficiais e demasiado presas a estereotipos. Tecnicamente, a qualidade da coisa também não cativa por aí além, mas também, perante tal público-alvo e o tipo de produção intensiva, não esperava eu outra coisa...
Portanto, quem conhece bem o resultado final do que se fala ou falou no “Tá a Gravar” e depois ouve (directamente da boca dos seus produtores, argumentistas, actores, ...) todas aquelas inúmeras virtudes do produto em questão, só pode pensar que toda aquela gente vive mesmo num mundo ficcionado.

sexta-feira, agosto 23, 2013

Férias @ Zêzere' 2013 (III)

No terceiro e último vídeo quis destacar um local que é uma referência na zona: o Hotel de águas termais da Foz da Sertã.
A música dos Goldfrapp pareceu-me estabelecer um elo perfeito entre o luxo do passado e as ruínas do presente.


terça-feira, agosto 20, 2013

O verão alternativo




Se andam à procura da banda sonora perfeita para este verão e já atingiram o vosso limite de saturação nas audições de todos os “Get Lucky” desta temporada, mas que mesmo assim sabem que eles continuarão a passar nas nossas rádios pelo menos até ao natal.... O album de estreia dos australianos RÜFÜS pode ser uma excelente opção.
Estão a ver aquele estilo contagioso indie-dance dos Cut/Copy? Tem tudo a ver. Estes RÜFÜS, para além de partilharem a mesma nacionalidade com essa banda, a música, apesar de ser (ainda) mais dançável (entre as batidas tropicais 4/4 e o deep house mais orelhudo), também não anda muito longe.
Para escutar com dedicação. Pelo menos até que qualquer rádio se lembre de pegar numa das suas músicas e decida transformá-la num “hit” insuportável.

Constrangedor



Nível QS QS QS da língua portuguesa



sábado, agosto 10, 2013

crash test dumbass


No campo, como se fosse pela primeira vez



Não diria que sejam subvalorizados, mas certamente incompreendidos. De album para album, nota-se uma certa hostilidade, por parte, tanto da crítica como dos fãs (sobretudo) do disco anterior, perante a transformação, o inesperado novo som da banda. E desta vez não vai ser diferente.

Tudo começou praticamente há 13 anos. Com o épico “Felt Mountain”, os Goldfrapp trouxeram todo um novo conceito melódico, cinematográfico e orquestral ao trip hop. Mas três anos mais tarde, quando toda a gente esperava (e desejava) uma continuação da viagem poética ao mundo do downtempo, eles lançam “Black Cherry”, um surpreendente e sensual disco de electropop.  Foi (quase) o fim do mundo, pelo menos para eles. Depois continuaram a investir no pop (“Supernature”), talvez não tão puramente comercial como hoje o conhecemos. Em 2008, novo album, novo som. É com “Seventh Tree” que a banda passeia alegremente pelos atalhos da folk mais electrónica. Mais acústica agora, com este novo e magnífico “Tales Of Us”, que em momentos recorda-me os ambientes pastorais do “Out of Season” de Beth Gibbons - mas atenção que pelo meio houve ainda mais pop dançável, com o contagiante “Head First” (2010). Uma banda em permanente mutação/renovação.

Enfim, todas estas palavras acabam por se tornar irrelevantes, quando é de música magistral e de uma voz assombrosa de que se fala.