terça-feira, julho 09, 2013
sábado, julho 06, 2013
quinta-feira, julho 04, 2013
E pronto, depois de alguns milhões de euros perdidos em bolsa e de juros pagos a taxas mais altas, só resta mesmo saber se os últimos acontecimentos na actualidade política nacional se devem...
a um golpe de teatro de alguém, com o intuito de reforçar a sua posição (e do seu partido) dentro do governo e/ou...
sexta-feira, junho 28, 2013
quarta-feira, junho 26, 2013
To the powers of old, to the powers that be: you fucked up this world, but you won't fuck with me!
(Ellery J. Roberts é o ex-vocalista dos Wu Lyf)
sexta-feira, junho 21, 2013
segunda-feira, junho 17, 2013
A dignidade da música
Isto, mais que uma acção de voluntariado ou um acto de cidadania, é um dos gestos mais nobres, louváveis e comoventes que se pode ter perante outra vida humana. De facto, são exemplos como estes que ainda vão dando um real valor a esse grande chavão - do tamanho das suas verdadeiras intenções - chamado “solidariedade humana”.
Julio Dantas escreveu “não há nada que valha a dignidade do silêncio”, mas afinal parece que há.
quarta-feira, junho 12, 2013
E se um desconhecido lhe oferecer uma foto do seu pénis... Isso é impulso.
Esta história conta-se em poucas palavras. Um rapaz e uma rapariga
conhecem-se através de um site de encontros e no meio da conversa
ele decide mandar a sua foto, ou melhor, do seu "big" pirilau. Ela fica
ofendida ao ponto de considerar isto um exemplo da perpetuação da "rape
culture". Não se fica por aí... Através do respectivo perfil de
facebook, descobre o contacto da mãe do gajo e diz que vai partilhar com
ela, aquela conversa... e a foto, claro.
Eu diria que, se não fosse este "little" contratempo, eles tinham nascido um para o outro. Seria uma espécie de casamento ideal entre o senhor acto irreflectido com a senhora descurso impensado. Só que infelizmente apareceu aquilo. Aquilo, de facto, é só um pénis, que não foi solicitado, logo ela ganha a batalha. Mas, em vez de envolver terceiros no assunto, o prémio devia ser obrigar o "violador virtual" a escrever mil vezes isto: "tenho que arranjar novos e melhores argumentos, pois o tamanho não impressiona assim tanto algumas mulheres, nomeadamente aquelas que preferem receber flores."
sexta-feira, junho 07, 2013
quinta-feira, junho 06, 2013
terça-feira, junho 04, 2013
Fuças
Pior que dar um grande destaque a todas aquelas banalidades em forma de lugares-comuns que saem habitualmente da boca dos futebolistas e respectivos treinadores, só mesmo
quando essa imprensa desportiva se arma numa "Caras", em versão chunga.
quarta-feira, maio 29, 2013
segunda-feira, maio 27, 2013
Da credibilidade das notas do IMDb, entre outras particularidades
Peguemos em dois filmes (com temática LGBT) recém estreados no festival de Cannes e comparemos os seus respectivos “ratings” dos utilizadores do (re)conhecido site IMDb.
“La Vie d’Adèle”, o grande vencedor do festival (Palma de Ouro) que contém (deduzo, entre muitas outras coisas interessantes) uma sequência de mais de 10 minutos de sexo entre duas raparigas, e que, segundo Vasco Câmara, foi “acabado à última hora, apresentado ainda sem genérico na competição do festival”, só estreia em França lá para Outubro, mas já foi visto até ao momento por 171 “IMDb users” (ou seja: toda a gente que foi a Cannes ver o filme e mais "alguns" são utilizadores do site!?) e 84 deles até deram nota máxima e 39, a mínima.
Não é preciso dizer mais nada, pois não?
quinta-feira, maio 23, 2013
quinta-feira, maio 16, 2013
Never ending story
Dois parques de descanso desactivados na região de Viseu - um confrontado com o outro - cortam a paisagem de um dos troços do IP5 que sobreviveu à sua conversão em Auto-estrada das Beiras (A25) e que estabelece uma ligação em linha continua do litoral (Aveiro) à fronteira com Espanha (Vilar Formoso).
Enquanto que os troços remanescentes daquela que, atendendo ao grau de sinistralidade, chegou a ser considerada a estrada mais perigosa de Portugal e a 3ª a nível mundial, voltam a ser cada vez mais utilizados (sobretudo desde que foi decretado o início de cobrança de portagens na A25), já as respectivas áreas de descanso parecem continuar esquecidas ou, diria, até invisíveis aos olhos de quem por ali passa. A natureza tomou conta do local e tem dado o seu contributo para essa invisibilidade. Actualmente falta pouco para que deixemos de ver vestígios de civilização por ali.
O que a natureza não consegue camuflar são as memórias, pois estas devem continuar bem vivas nos pensamentos de quem frequentou em tempos este local. Nomeadamente os protagonistas dos vários episódios de excessos e hostilidades: de um lado, os engates entre homens (que toda a gente fez questão em catalogar e em confundir com uma orientação sexual – o Presidente da Câmara de Viseu da altura, entre outros, foi ainda mais longe), os utilizadores de um espaço público para práticas, digamos, mais privadas e por vezes obsessivas, ao ponto de invadir a privacidade de outros utilizadores que paravam naquele parque para os fins que ele foi efectivamente construído; do outro, os incomodados e os indignados com a situação provocada pelos primeiros e que inspirados pelo espírito salazarista, ao que consta ainda muito presente para aquelas bandas, e respectivas práticas dos bons costumes, decidiram sobrepor-se a qualquer força de ordem e segurança pública e organizaram uma milícia popular, com o intuito de varrer os “paneleiros” daquele local.
Do confronto, a comunicação social relatou que não foi coisa bonita de se ver num país supostamente civilizado. Muitos estragos materiais e, ainda mais, humanos.
Por isso, repito, podem mandar colocar vedações ou subir muros, podem deixar que a vegetação cubra totalmente o espaço, até podem mandar tudo abaixo, pois continuará haver, por mais uns bons anos, quem nunca esqueça aqueles parques de descanso e o que outrora ali aconteceu.
“Never ending story”, como tão bem resume aquele graffiti que encontrei numa daquelas paredes em ruínas. Parece mesmo não ter fim e solução à vista essa relação conflituosa entre a consciência dos limites da nossa sexualidade e o respeito e tolerância perante a (sexualidade) dos outros.
Contudo tenho sobre isto, pelo menos, uma certeza: pode haver uma ou mais formas de resolver os conflitos, mas sei que “construir cercas” à volta deles não é uma delas.






























quinta-feira, maio 09, 2013
sexta-feira, maio 03, 2013
terça-feira, abril 30, 2013
quinta-feira, abril 25, 2013
Hoje já sou um bocadinho menos romeno
É por estas e por outras que de facto mais vale ficarmos quietinhos no
nosso canto, poupamos uns trocos e não envergonhamos ninguém. Por
exemplo, isto para mim era razão suficiente para mudar de
nacionalidade:
quarta-feira, abril 24, 2013
segunda-feira, abril 22, 2013
sábado, abril 20, 2013
The world used to be silent.
“... Now it has too many voices and the noise
is a constant distraction. They multiply, intensify. They will divert
your attention to what’s convenient and forget to tell you about
yourself. We live in an age of many stimulations. If you are focused you
are harder to reach. If you are distracted you are available. You want
flattery. Always looking to where it’s at. You want to take part in
everything and everything to be a part of you. Your head is spinning
fast at the end of your spine, until you have no face at all. And yet if
the world would shut up, even for a while, perhaps we would start
hearing the distant rhythm of an angry young tune, and recompose
ourselves. Perhaps, having deconstructed everything, we should be
thinking about putting everything back together. Silence yourself.”
sexta-feira, abril 19, 2013
Evolução?
Não, ao contrário do que se diz por aí, não são situações idênticas! As "Mães de Bragança" culparam as prostitutas de desencaminharem os tão "frágeis"
maridos/filhos e lá tiveram todos (estes e as "brasileiras") que passar a fazer o servicinho na vizinha Espanha; já os alvos das críticas das "Esposas de Viseu" são mesmo os "porcos" dos seus conterrâneos.
O único ponto comum que captei entre os dois fenómenos é mesmo a prova de que para esta boa gente, a monogamia, como modelo social único e imposto, funciona tão bem como um motor de combustão debaixo de água.
sexta-feira, abril 12, 2013
quinta-feira, abril 11, 2013
Notícias que não passam nos "telejornais" da SIC e da TVI
... Ou não fosse isto (as chamadas de valor acrescentado) o que já lhes paga os ordenados.
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