(Angel Olsen)
quinta-feira, março 13, 2014
domingo, março 09, 2014
Future Islands - Portugal is waiting for you (but we wait seated)
Não quero tirar o
mérito às contratações já anunciadas para os nossos próximos festivais de verão
- sobretudo os Portishead no Marés Vivas, JT e os Arcade Fire no RiR, Erlend
Øye e os Tame Impala que voltam ao SBSR, os The War on Drugs (excelente novo
album), Parquet Courts, Elbow (outro belo novo disco acabadinho de sair),
Daughter e mais alguns no Alive, a pop a invadir Paredes de Coura com os
Chvrches e os Cut Copy e praticamente todo o cartaz do Primavera – mas eu
gostava que anunciassem algo (ainda) mais arrojado. Uma banda mesmo
desconhecida do grande público, mas que depois da sua actuação, ficássemos
todos verdadeiramente surpreendidos e profundamente comovidos – mesmo quem já
se tenha surpreendido e comovido antes com eles.
Provavelmente
estou enganado e seria um completo desperdício, porque uma banda destas nunca
conseguirá ser devidamente apreciada por entre copos com amigos e pelas euforias
típicas de um festival de verão. Tragam então os Future Islands a uma das
nossas mais modestas salas de espectáculos. Sejamos então poucos a emocionar-nos, mas
emocionemo-nos em condições e deixem o Sam Herring fazer o mesmo!
A propósito, até o
próprio David Letterman que apresenta quase-épicas actuações todas as semanas
mas ainda assim, desta vez, a avaliar pelo seu surpreendente nível de
entusiasmo, parece querer mesmo dizer: “já apresento esta merda há mais de 30
anos e finalmente apareceu-me algo genuinamente encantador!”.
terça-feira, março 04, 2014
sexta-feira, fevereiro 28, 2014
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
quinta-feira, fevereiro 20, 2014
segunda-feira, fevereiro 17, 2014
O apuradíssimo sentido de estética do mar
Os campistas de Cortegaça, o Barbas e mais uma centena de empresários portugueses quiseram que os seus "empreendimentos" tivessem uma vista privilegiada de mar. Só que parece que este ano o mar decidiu impor alguns limites a essa vizinhança... E em alguns casos, quase aplicava o seu exigente sentido de estética. Faltou um bocadinho assim, mas haja esperanças.
Por vezes o jornalismo cheira mal mas faz bem
Há jornalismo de
merda (porque nem chega a ser jornalismo, nem nada que se pareça com tal), como isto. E há “jornalismo de investigação”, que por vezes vem da mesma escola que
o primeiro e, por isso, deverá ser também ele incluído nessa mesma categoria?
Provavelmente eu
seria a última pessoa a defender um canal como o CMTV, ou a TVI, ou qualquer
outro que mediatizou, ou posso dizer chafurdou(?) no caso das mortes no Meco. Contudo, às vezes
ponho-me a pensar se não tivesse sido esse "jornalismo de
investigação" em que ponto estaríamos neste momento.
Vamos imaginar
que os media limitavam-se a reportar este acidente fatal e não voltam a pegar
no caso. Ignorando as denúncias de rituais similares em anos anteriores, as
cenas de praxe testemunhadas nesse fim-de-semana pela vizinhança, o planeamento
por escrito dos rituais, as específicas e rigorosas hierarquias das praxes da Lusófona,
etc. Durante mais de um mês os únicos factos noticiáveis eram aquele primeiro
relatório da polícia marítima e o interminável silêncio do sobrevivente.
Dá para pôr de lado,
ou mesmo esquecer, um caso destes? Seria legítimo pedir aos pais das vítimas
que se acomodassem, pelo menos por “uns meses”, com a justificação de "um
acidente" (em tão estranhas circunstâncias)? Teriam eles, por si só,
suficientes capacidades e meios para tentar obter mais informações nesta fase
inicial? Teria o Ministério Público requerido a intervenção da Polícia Judiciária,
quando só passado um mês das ocorrências é que se soube da abertura de um
processo pelos primeiros e, nessa altura, da Procuradoria-Geral da República pouco
mais se ouviu que: "não existem, por ora, indícios de que as mortes setenham devido à prática de crime"?
sexta-feira, fevereiro 07, 2014
terça-feira, fevereiro 04, 2014
sexta-feira, janeiro 31, 2014
quinta-feira, janeiro 30, 2014
Top10 do "Mixórdia d' Tomat&queijo"
terça-feira, janeiro 28, 2014
domingo, janeiro 19, 2014
Por cada "average american male", uma "average american female"
(...)
“We drive down the road in complete silence for a few miles listening to
50 Cent. As soon as he tells us that he's into having sex, he ain't
into making love, Casey turns the volume down and begins telling me the
following information: " I love you so much. We're going to have the
best life together. I can't wait." Every word she says makes me feel a
little more like faking a stroke and pretending to lose all memory of
who I was, but it's not until she looks me in the eye and says in all
seriousness, "You're my soul mate," that I realize I am not going to
marry her.”
(...)
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