terça-feira, dezembro 26, 2017

2017 @ EPs



Top 10 EPs: 

10. ZHU - stardustexhalemarrakechdreams
9. Display Homes - s/t
8. The Blaze - Territory
7. Loreen - Nude
6. Publique - Outlying Self
5. Figmennt - EP
4. Scuba Death - The Worm at the Core
3. Lød - Folder
2. SNOW CULTURE - EP1
1. Mr. Tophat feat. Robyn - Trust Me


sábado, dezembro 16, 2017

2017 @ Álbuns


Dos familiares em queda e uma (consequente) milha negra até chegar aqui (à superfície), diria que, no mínimo, terá sido um ano atípico. Com irrecuperáveis perdas, ficam os possíveis ganhos, convertidos agora em 25 escolhas de longa-duração.


25. Fishbach - À ta merci
24. Bicep - Bicep
23. The Homesick - Youth Hunt
22. Desperate Journalist - Grow Up
21. Mac DeMarco - This Old Dog

20. The Shins – Heartworms
19. Elbow - Little Fictions
18. Sampha - Process
17. Cigarettes After Sex - Cigarettes After Sex
16. Niia – I

15. Shannon Wright - Division
14. Fink - Resurgam
13. SZA - CTRL
12. London Grammar - Truth Is a Beautiful Thing
11. Tall Ships – Impressions

10. Susanne Sundfør - Music For People In Trouble
9. Mew - Visuals
8. Future Islands - The Far Field
7. Lorde - Melodrama
6. Elsiane - Death of the Artist

5. Grandaddy - Last Place
4. Slowdive - Slowdive
3. British Sea Power - Let The Dancers Inherit The Party
2. Protomartyr -  Relatives in Descent
1. Manchester Orchestra - A Black Mile To The Surface

sábado, janeiro 14, 2017

Balanço do ano musical (tracks)







segunda-feira, dezembro 26, 2016

Balanço do ano musical (álbuns)



Viva! Após ter completado praticamente um ano de clausura cibernética ao nível de magazines, blogues e fóruns online, entre outros sites de música e artes em geral, cá estou eu de regresso para fazer o balanço de um ano atípico.
Uma radical mudança que ocorreu na minha vida profissional obrigou-me a ter que tomar a decisão de reduzir substancialmente a minha vida online em detrimento, por exemplo, de poder continuar a explorar os meus gostos musicais. Para além do factor tempo, esta minha experiência também pretendia demonstrar o quanto os meus gostos poderiam ser influenciados pela crítica musical e pelo nível de consagração do respectivo artista.
Durante este ano tratei todos os discos que ouvi de maneira igualitária e tentei não deixar que factores mediáticos influenciassem os meus gostos. Por isso não me surpreende mesmo nada que prestigiados artistas (Bowie, Cohen, Cave, Radiohead), óbvios “front runners” de um ano fatídico para alguns deles, acabarem por não marcar presença na minha lista. O Soundcloud, o Spotify e, sobretudo, o Bandcamp, foram mesmo os meus principais e, praticamente, únicos meios de descoberta destas escolhas de 2016.
Findo o ano, analisando e comparando com algumas listas, surpreende-me muito menos uma certa tendência homogénea da maioria das listas oficiais, de resto, já esperada, do que o reconhecimento da qualidade artística da irmã mais nova de Beyoncé, Solange Knowles. Passando à frente das letras daquelas magníficas canções sobre o orgulho negro e da voz que as acompanham, sobretudo saliento aqui o triunfo da arte sobre a performance, do conteúdo sobre a embalagem. Como se pode constatar, as minhas tendências mais indie e postpunk acabaram por prevalecer sobre o seu disco, ainda assim, não poderia deixar de notabilizar esse facto e de reconhecer que estou perante um dos discos R&B mais importantes dos últimos anos.

Seguem-se então as minhas escolhas no que diz respeito a álbuns.

20. Palmistry - Pagan
19. Hante. - This Fog That Never Ends
18. Usher - Hard II Love
17. Yes Alexander - Kyanite
16. Rihanna - ANTI
15. Moderat - III
14. Suede - Night Thoughts
13. The Radio Dept. - Running Out Of Love
12. Autoheart - I Can Build A Fire
11. Angel Olsen - MY WOMAN

10. Shura - Nothing's Real
9. Death In Vegas - Transmission
8. Glass Animals - How To Be A Human Being
7. Flowers - Everybody's Dying to Meet You
6. Tegan and Sara - Love You to Death

5. Wray - Hypatia
4. So Pitted - Neo
3. Solange - A Seat at the Table
2. DIIV - Is the Is Are
1. Ulrika Spacek - The Album Paranoia