quarta-feira, outubro 21, 2009

É a crise que temos

Há quem utilize uma certa incompatibilidade entre os dois sexos para explicar o aumento dos divórcios no nosso país: diz-se que o homem português ficou subitamente mais dependente, orgulhoso e mimado do que nunca e que a mulher portuguesa já teve melhores dias de vassalagem. Ah, a crise chegou aos relacionamentos heterossexuais lusitanos! Entretanto a mãe dele - a culpada, devido ao seu défice educacional - sempre muito católica não praticante, pede que Deus lhes valha. E Deus que, apesar de ainda não ter chegado aos calcanhares do Medina Carreira, até entende de dinâmicas de mercado, mandou para Portugal um contingente de brasileiras para suprimir tal lacuna.
Mas este intercâmbio também é um negócio que tem o seu preço. E que preço, é que as Nereidas desta vida podem ser submissazinhas pra xuxu mas não são parvas.
Ora e para quem rejeita esta dádiva divina ao mesmo tempo que vira a sua atenção para o forte capital proveniente do leste, desengane-se. É que estas já vieram dizer que o país delas não está para esse tipo de comércio. Pois são esclarecidas em economia, mas ao promover tal ideia de forma tão descapotável, dá para perceber que devem ser péssimas em marketing. Enfim, um descalabro, não há mulheres perfeitas para os nossos rapazolas.

(A Ucrânia não é um bordel)

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