sábado, novembro 19, 2011

A rapariga que sabia que havia uma razão para não sorrir

Já tinha falado dele por aqui. Acabei de o ver e, desde já, posso adiantar que não desilude. Mas também não surpreende.
Parte de uma ideia conceptual muito interessante (relação conflituosa entre duas irmãs, enquanto surge a ameaça de um planeta colidir com a Terra), visualmente é magnífico e a escolha musical é mesmo do outro mundo. Mas achei as interpretações pouco mais que razoáveis. A Kirsten Dunst também não precisa de se esforçar muito para se revelar, ora apática, ora melancólica e é sobretudo numa primeira parte em que ela e as suas crises existenciais (que, face às circunstâncias, até são perfeitamente justificadas) comandam todo o filme, em que este atinge o cume do aborrecimento. Ou pronto, vá, da melancolia. Mas aí a culpa nem é dela, mas de quem a orienta.

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