sábado, fevereiro 28, 2009
É de doidos! É Viana do Castelo entregue aos tipos que andam pela rua sem lavar o cabelo e a jogar malabares!
Agora a sério: PARABÉNS! Já se seguia o exemplo, já.
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
"Fiquem-se só com os cabeçudos que não ofendem ninguém"
Aproveito este episódio para relembrar que a forma como este evento é interpretado por esta cidade é magnífica. Sobretudo na parte em que as ruas se transformam numa espécie de "Finalmente" em noite de "lugar às novas", em versão muito, mas mesmo muito, ampliada. Com a particularidade destas "divas" nunca terem feito depilação na vida e beberem vinho tinto carrascão.
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Outra vez no Casino?
Sempre que quiserem ouvir umas parvoíces, metam um cardeal ao lado de uma slot machine. Depois tragam um sofá vermelho e uns beatos para que ele se sinta em casa.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
O tal debate
Sinceramente não sei o que foi mais constrangedor de ver:
. tanta malta jovem do lado do “contra”, muito revoltados com essa possibilidade altamente ameaçadora, para as suas penosas vidinhas, de duas pessoas do mesmo sexo poderem dar o nó - bom, se pensarmos no exemplo de que uma boa quota-parte do Fórum Nacional é preenchida por putos imberbes armados em racistas e radicais modernaços, chegaremos facilmente à conclusão que a juventude nunca foi, nem será, sinónimo de sensatez;
. ou gente bem crescida e (ainda mais bem) educada a não saber o que é a bissexualidade, a fazer comparações entre o casamento homossexual e o incesto e a dizer coisas tão espantosas como: "o casamento é hoje menos seguro que um contrato de telemóveis" ou "há dois sexos e e esta dualidade deve ser valorizada".
. tanta malta jovem do lado do “contra”, muito revoltados com essa possibilidade altamente ameaçadora, para as suas penosas vidinhas, de duas pessoas do mesmo sexo poderem dar o nó - bom, se pensarmos no exemplo de que uma boa quota-parte do Fórum Nacional é preenchida por putos imberbes armados em racistas e radicais modernaços, chegaremos facilmente à conclusão que a juventude nunca foi, nem será, sinónimo de sensatez;
. ou gente bem crescida e (ainda mais bem) educada a não saber o que é a bissexualidade, a fazer comparações entre o casamento homossexual e o incesto e a dizer coisas tão espantosas como: "o casamento é hoje menos seguro que um contrato de telemóveis" ou "há dois sexos e e esta dualidade deve ser valorizada".
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Ideias infelizes
Ao ler a notícia do momento e este hilariante artigo, lembrei-me de dar mais uma ideia à revista Happy:
Sexo com adolescentes
Ter sexo com um parceiro com ar de desmamado é uma experiência especialmente excitante. Então por que não experimentar?
Hot Faça uma espera à saída da escola, depois de aliciar alguns com uns chupa-chups, seleccione só os que que preferirem colocar as mãos nas suas mamas, em vez de numa consola de playstation.
Very Hot Pratique actos sexuais com todos eles, depois escolha o mais novo para pai da sua futura criança e venda a história à publicação que lhe fizer a melhor proposta.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
E ainda digo mais
A alma humana é assim mesmo: como uma cebola, tapa factos com factos, encobre lados maus com lados bons, esconde derrotas com vitórias; qual crise? o benfica/porto/sporting ganhou! Também admito que se assim não fosse, viveríamos sempre alimentados pela penumbra do passado e não teríamos capacidade de dar passos. Pelo menos é assim que o "outro" diz. "O caminho faz-se caminhando"? Cuidadinho com os precipícios!
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Nos outros
Nunca sabemos o que procuramos nos outros. Pode até haver uma supresa que nos coloca a pensar e repensar a vida: ou aceitamos como eles são ou mudamos o percurso do jogo. Saber contornar e respeitar as diferenças já é um bom começo.
terça-feira, fevereiro 10, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Notícia de última hora!
Foi recentemente descoberto que o Papa Bento XVI se refugia em Portugal, para meditação, sem conhecimento do público em geral, mais propriamente na zona do Douro.
O seu hobbie secreto são as vindimas e o nome de código que utiliza para não ser reconhecido é "D. Maria da Conceição".

Nobel da paz para este homem, já!

Um dos efeitos positivos da globalização é poder entender os vários pontos de contacto entre culturas tão distintas. A música urbana à escala global tem evoluído e sofrido várias influências ao longo das últimas décadas, mas cada país, de cada continente, tem conseguido manter intactas as suas bases tradicionais. Descobri recentemente os trabalhos de um DJ, com um conhecimento de World Music digno de muito respeito, que compila e mistura esta música de uma forma irrepreensível, mantendo essa heterogeneidade. Não há país do continente africano ou asiático por mais remoto que seja, ou por mais herança e estilo musical que possua, que o DJ Zhao não o descubra. Da Índia a Cuba, da Tanzânia à Jamaica, nada lhe escapa ao seu sensor musical.
Estão disponíveis via Getdarker.com duas das suas melhores compilações: a série NGOMA. O volume 1 é mais tradicionalista e globalizador, ainda que com alguns vestígios de electrónica a pairar no ar, onde se cruzam géneros tão variados como: Bongo Flava, Kizomba, Afro-Hiphop, Bhangra, Cumbia, Reggaeton, Dancehall, Rai, Arabic Pop, Balkan Beat, Genge, Kapuka, Kwaito, Jaija, Afro-House, Afro-Dub, Taraab e Gamelan. O DJ Zhao consegue a proeza de meter numa compilação, de pouco mais de uma hora, um mundo inteiro a dançar. Na segunda e mais recente edição, há uma justa (e exclusiva) homenagem ao continente africano e às mais antigas raízes da música de dança. Do Kuduro ao Minimal, do Kwaito ao Deep House, viajamos de África à Europa em escassos minutos, sendo o fluxo dos beats e a fusão de estilos o nosso meio de transporte de serviço.
Estão disponíveis via Getdarker.com duas das suas melhores compilações: a série NGOMA. O volume 1 é mais tradicionalista e globalizador, ainda que com alguns vestígios de electrónica a pairar no ar, onde se cruzam géneros tão variados como: Bongo Flava, Kizomba, Afro-Hiphop, Bhangra, Cumbia, Reggaeton, Dancehall, Rai, Arabic Pop, Balkan Beat, Genge, Kapuka, Kwaito, Jaija, Afro-House, Afro-Dub, Taraab e Gamelan. O DJ Zhao consegue a proeza de meter numa compilação, de pouco mais de uma hora, um mundo inteiro a dançar. Na segunda e mais recente edição, há uma justa (e exclusiva) homenagem ao continente africano e às mais antigas raízes da música de dança. Do Kuduro ao Minimal, do Kwaito ao Deep House, viajamos de África à Europa em escassos minutos, sendo o fluxo dos beats e a fusão de estilos o nosso meio de transporte de serviço.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Toychilds

It's one of the best streets in the world as far as females are concerned. The girls come here looking for toys. They are toys... toy boys,… The boys on Bar Street are not prostitutes but don't be under any illusion that you are their only girlfriend.
Alguém consegue analisar este documentário imparcialmente, sem moralismos? De qualquer forma há algo aqui que ultrapassa a moral de cada um.
A situação resume-se a isto: a Turquia há muito que deixou de ser um simples destino turístico com bonitas mesquitas, hotéis baratos, muito sol e boas praias; há também os tão cobiçados jovens turcos que procuram uma boa noite de diversão, com certas contrapartidas. Entre uns “pounds” e um “passaporte para o paraíso”, as turistas britânicas são as que mais rendem em alguns locais de diversão nocturna.
O documentário é inglês (Channel 4), portanto a nossa perspectiva será sempre revelada pelo lado das senhoras e sempre na tentativa de perceber por que razão aquelas mulheres procuram diversão ou um romance (de verão) tão longe. Elas parecem ser muito seguras de si mesmas e do que podem encontrar naquele país, ou naqueles locais em particular, mas, ao longo destes mais de quarenta minutos de filme, percebe-se que é exactamente essa a sua maior fraqueza: a ilusão de que controlam os seus sentimentos.
Desta vez estas mulheres, divorciadas, não viajaram sozinhas, trouxeram os seus filhos com elas. Tudo o que possam fazer, será feito à vista dos seus descendentes, que vão de uma criança de um ano até a uma jovem de 17 anos. Um exemplo: esta última já segue as pisadas da mãe, passando noites inteiras fora do Hotel. “Ela tem 17 anos, o que poderei eu fazer?” – questiona a sua progenitora.
Do pouco que sabemos da parte deles, os “toyboys”, pelos seus depoimentos, sabe-se sobretudo que preferem as inglesas por serem “easy” e gostarem dos seus presentes (roupas, bebidas, dinheiro, muito dinheiro, ...). Mas nunca se declaram como prostitutos. E elas ainda estão mais longe de os encarar como tal.
O chocante neste documentário não é haver mulheres (e homens) a fazerem das relações descartáveis um escape para as suas vidas frustradas, mas, sim, haver crianças que as acompanham e que já se sentem revoltadas pela vida que as mães levam – veja-se bem o caso do comportamento do puto loiro de 11 anos. Este “Turkish Toyboys” desmonta isto de uma forma crua e realista.
Alguém consegue analisar este documentário imparcialmente, sem moralismos? De qualquer forma há algo aqui que ultrapassa a moral de cada um.
A situação resume-se a isto: a Turquia há muito que deixou de ser um simples destino turístico com bonitas mesquitas, hotéis baratos, muito sol e boas praias; há também os tão cobiçados jovens turcos que procuram uma boa noite de diversão, com certas contrapartidas. Entre uns “pounds” e um “passaporte para o paraíso”, as turistas britânicas são as que mais rendem em alguns locais de diversão nocturna.
O documentário é inglês (Channel 4), portanto a nossa perspectiva será sempre revelada pelo lado das senhoras e sempre na tentativa de perceber por que razão aquelas mulheres procuram diversão ou um romance (de verão) tão longe. Elas parecem ser muito seguras de si mesmas e do que podem encontrar naquele país, ou naqueles locais em particular, mas, ao longo destes mais de quarenta minutos de filme, percebe-se que é exactamente essa a sua maior fraqueza: a ilusão de que controlam os seus sentimentos.
Desta vez estas mulheres, divorciadas, não viajaram sozinhas, trouxeram os seus filhos com elas. Tudo o que possam fazer, será feito à vista dos seus descendentes, que vão de uma criança de um ano até a uma jovem de 17 anos. Um exemplo: esta última já segue as pisadas da mãe, passando noites inteiras fora do Hotel. “Ela tem 17 anos, o que poderei eu fazer?” – questiona a sua progenitora.
Do pouco que sabemos da parte deles, os “toyboys”, pelos seus depoimentos, sabe-se sobretudo que preferem as inglesas por serem “easy” e gostarem dos seus presentes (roupas, bebidas, dinheiro, muito dinheiro, ...). Mas nunca se declaram como prostitutos. E elas ainda estão mais longe de os encarar como tal.
O chocante neste documentário não é haver mulheres (e homens) a fazerem das relações descartáveis um escape para as suas vidas frustradas, mas, sim, haver crianças que as acompanham e que já se sentem revoltadas pela vida que as mães levam – veja-se bem o caso do comportamento do puto loiro de 11 anos. Este “Turkish Toyboys” desmonta isto de uma forma crua e realista.
domingo, janeiro 25, 2009
Porque há filmes que se vê uma vez e sonha-se com ele para o resto da vida e há outros que se vê todos os domingos à tarde na SIC
Ao ficar rendido com os primeiros vinte ou trinta minutos de “Slumdog Millionaire”, quase entendia toda esta excitação à volta do novo filme de Danny Boyle. Logo depois de confirmar que o fabuloso “Paper Planes” era a cereja sobre este bolinho, que é a primeira parte do grande vencedor dos Globos de Ouro, este começa a descambar incontrolavelmente. Torna-se tudo o que um filme de óscares não devia ser: lamechas e previsível. Quando se premeia comédias românticas com sabor a caril em detrimento de filmes arrebatadores, épicos, maiores que a vida, é porque definitivamente os valores que dominam esta industria já conheceram melhores dias. sexta-feira, janeiro 23, 2009
quinta-feira, janeiro 22, 2009
O jogo das atracções
Juan Antonio: I am Juan Antonio, and you are?Cristina: Cristina and this is my friend Vicky.
Juan Antonio: I would like to invite you both to spend the weekend. We'll eat well, we'll drink wine, we'll make love.
Vicky: Who.. who exactly is going to "make love?"
Juan Antonio: Hopefully the three of us.
Vicky: Uh.. this guy, he doesn't beat around the bush. Look señor, maybe in a different life.
…
Vicky: I think that you are so hurting from the failure of your marriage to marry Elena.... And to be perfect frank Juan Antonio, I'm engaged to be married.
Juan Antonio: And you?
Cristina: I'll go to your room, but you have to seduce me.
Woody Allen demonstra, desta vez, como é que três mulheres tão diferentes podem apaixonar-se pelo mesmo homem e como é que este atinge a felicidade plena quando as aproxima. Mas não há futuros simplistas nem perfeitos... Porque nós não somos simplistas e, muito menos, perfeitos.
"Vicky Cristina Barcelona" estreia hoje e é muito recomendável.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Ouvir para não ver
Não são poucos os medíocres filmes em que só a sua banda sonora escapa. Uma música não salva um filme mas pode servir bem como prémio de consolação pela estopada que se está a ver. Na semana passada emprestaram-me o DVD do thriller “Mr. Brooks”. Bom argumento mas ia a meio e já estava a começar a adivinhar as cenas seguintes - e se há coisa que me agrada em cinema é o seu efeito surpresa. Quase no final, aí sim, quando menos esperava, arranca uma música que me volta a captar a atenção para o filme. Reconheci a voz mas estaria longe de identificar a banda. Esta magnífica canção vai crescendo ao mesmo tempo que as imagens vão ficando mais intensas. Só que estamos a ver um filme de suspense, há que não esquecer, e o auge desta brutal música atinge-se quando o protagonista principal do filme debruça-se sobre a filha para lhe dar um beijo de boas noites e aquela espeta-lhe uma tesoura na garganta (lol). O delírio musical prossegue enquanto o homem derrama sangue por tudo o que é quarto – a filha fica serenamente a assistir. Nos créditos finais desvendei o enigma musical: The Veils - Vicious Traditions. Mais uma daquelas bandas que poucos conhecem mas que toda a gente já ouviu, pelo menos, uma música, graças a um anúncio comercial, como é o caso.
Situação semelhante aconteceu ao ver o trailer de um filme a estrear, nos EUA, na próxima primavera. Trata-se de mais um remake de um dos mestres americanos de Terror, Wes Craven - na versão deste ano, ele fica-se pela produção – “The Last House On The Left”. Mais uma vez as cenas mais emocionantes e, neste caso, assustadoras arrancam ao som de uma música calma, ao sabor de um piano e de uma voz quente feminina. Ao mesmo tempo que vejo gente a levar facadas, a apanhar choques e com a cabeça no microondas (lol, hilariante outra vez) entre outro tipo de fustigamentos, descubro com muito agrado uma versão minimalista de “Sweet child O’ mine”, dos Guns n’ Roses. Uma cover dos Taken by Trees, outra banda que ninguém conhece. Liderada pela ex-vocalista dos The Croncretes, outra banda quase desconhecida, que toda a gente já a ouviu no smash-hit “Young Folks” de Peter, Bjorn & John. Mais uma vez graças a um anúncio televisivo de uma rede de telemóveis. Há coincidências...
quarta-feira, janeiro 14, 2009
As jovens cristãs portuguesas têm todo o direito de escolher um marido de merda, desde que não seja um cabrão de um muçulmano
Nunca ouvi o senhor cardeal, ou qualquer outro responsável da igreja católica portuguesa, preocupado com as estatísticas da violência doméstica no nosso país e recomendar cuidado às meninas portuguesas antes de se casarem com um português. E não são poucas as que se metem num monte de sarilhos, que nem Alá nem Buda nem Deus nem Jeová sabem onde acaba. Mas, ok.
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