sexta-feira, abril 22, 2011

Clubbing parece moderning... mas é das cenas mais 1996 que conheço


A música electrónica tem vindo a conquistar cada vez mais fãs durante a última década e portanto é perfeitamente justificável que os festivais de verão portugueses (seguindo os passos dos congéneres internacionais) apostem em palcos com temáticas desta natureza.
Há no entanto a lamentar um pequeno (grande) facto, que tem escapado à generalidade das organizações dos nossos festivais: a electrónica é dos géneros musicais mais evolutivos da música popular contemporânea. O Electro-House foi e continua a ser popular, mas, ao contrário do que nos tentam vender, a música de dança não está estagnada neste estilo. Ela evoluiu para formatos até bem mais interessantes e, sobretudo, menos óbvios e repetitivos: Dubstep, UK Garage, Funky, Grime, 2Step, IDM, Minimal ...

Na Alemanha, país do Techno por excelência, a Boys Noise Records está a milhas de ser a editora que tem revelado recentemente os melhores nomes do Tech-House. Por exemplo, a milhas da Ostgut Ton, que é uma das "labels" alemãs que melhor tem sabido gerir o seu cardápio Techno e derivados: de Ben Klock à Steffi.

Não quero dizer com isto que o Nicolas Jaar não seja uma proposta muito interessante para ver no Meco ou que esteja infeliz pelo facto do Villalobos regressar pelo segundo ano consecutivo ao SBSR ou do Hawtin ter ido, este ano, parar mais a sul (Sudoeste). Nada disso. Mas há tantas e tão boas outras opções, que apostar nos mesmos nomes de sempre, se não chega a ser um erro, é pelo menos uma opção muito duvidosa, para não dizer... preguiçosa.















... E ficava aqui o resto da noite a postar vídeos... E tudo colheita 2011!

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